quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Como eu me sinto quando...…o(a) namorado(a) não sai do celular.

PPA também é Cultura


Os 100 anos de Feiras Livres na cidade de São Paulo

Jornal GGN - Feira livre é tudo de bom. Quem nunca comeu pastel de feira ou tomou caldo de cana nas feiras livres de São Paulo não sabe o que é morar nesta metrópole. Brincadeira de lado, as feiras livres estão no mapa da cidade há 100 anos, recém comemorados. É um setor do varejo que deve ser levado em conta. Na capital paulista são 880 feiras entre as 32 subprefeituras, com 12.073 feirantes cadastrados responsáveis por 16.300 barracas distribuídas em 6 dias da semana. De terça a domingo é dia de feira em algum lugar da cidade.
O perfil é interessante. Feirante sempre trabalhou em família, e isso é comprovado pelo levantamento. Além disso, idosos representam 13% do total de feirantes, com idade entre 66 e 95 anos e, na outra ponta, jovens ocupam 3% das vagas, com idade até 25 anos. A faixa de 36 a 65 anos vem com força, com 66% dos cadastrados. São 7.865 homens cadastrados e 4.862 mulheres, 60% e 40% respectivamente. 
Mesmo com a proliferação de supermercados e hipermercados, as feiras jamais deixaram de cumprir seu papel. Cerca de 3 milhões de pessoas frequentam, semanalmente, as feiras livres. E a modalidade emprega diretamente 70 mil pessoas. 
O Plano Diretor Estratégico, aprovado em julho deste ano, redefiniu a Zona Rural na cidade, que volta ao mapa depois de sua extinção em 2002. Mais de 200 quilômetros quadrados, em Parelheiros, Grajaú e Marsilac, no extremo sul da capital, dará suporte à produção da agricultura familiar e orgânica. Na cidade, quatro feiras comercializam orgânicos, e mais uma logo será inaugurada.
A Secretaria do Trabalho soltou edital de chamamento público para que produtores de agricultura familiar interessados em comercializar produtos orgânicos em feiras livres no município possam se habilitar.
Leia a matéria do site da Prefeitura.
Enviado por MiriamL
da Prefeitura de São Paulo
São Paulo possui 880 feiras distribuídas por todas as 32 subprefeituras. Espaços têm público cativo que preza pela qualidade de frutas, legumes e verduras a preços acessíveis
A cidade de São Paulo comemora nesta segunda-feira (25) o centenário da regulamentação das feiras livres. Traço marcante da cultura popular paulistana, o comércio atravessou décadas mantendo sempre o mesmo formato, assim como a qualidade dos produtos comercializados. 
Atualmente a cidade conta com 880 feiras, distribuídas pelas 32 subprefeituras de terça a domingo. São 12.073 feirantes cadastrados na cidade, donos de 16.300 barracas. Dificilmente eles se limitam a comercializar em um só ponto. Trabalham em diferentes feiras, três, quatro, cinco e até seis vezes por semana.
Prática comercial existente desde a antiguidade, as feiras livres somente tiveram sua atividade regulamentada na capital no início do século passado. Em 1914, o então prefeito Washington Luis assinou o Ato 710, que criava os mercados francos.
Polo de abastecimento, o centro da cidade concentrou as primeiras formações do comércio: considera-se que a primeira feira oficial implantada na cidade foi a do Largo General Osório, na época com 26 feirantes. A segunda feira formalizada instalou-se no Largo do Arouche, com 116 feirantes. Até o ano seguinte outras cinco feiras se consolidaram – mais uma em cada um desses pontos e outras três no Largo Morais de Barros, no Largo São Paulo e na Rua São Domingos.
Perfil
Dos 12.073 feirantes cadastrados na cidade, 7.211 (60%) são homens e 4.862 (40%) são mulheres. No que diz respeito à idade dos feirantes, 7.865 (66%) deles têm de 36 a 65 anos. E se de um lado tem poucos jovens até 25 anos trabalhando nas feiras (319, ou 3% do total), há ainda uma grande incidência de idosos feirantes: 1.678 (13%) deles têm entre 66 e 95 anos.
E a maioria dos feirantes trabalha em família. Basta caminhar por qualquer umas das mais de 880 feiras da cidade para encontrarmos casais, pais e filhos do outro lado da barraca. A feirante Eico Miura Tokuno, 65, estava grávida de sua primeira filha quando ela e o marido, Yoshiro Tokuno, 66, assumiram a barraca de seu pai, há mais de 38 anos. "Desde que me lembro por gente, meu pai trabalhava como vendedor de legumes. Começou como carroceiro e depois comprou uma barraca", disse a feirante, que atua hoje em cinco feiras na cidade. O casal também tem ajuda do filho mais novo, que apesar de não atuar como vendedor, assumiu a área logística do negócio. Diariamente, ele busca os legumes e verduras em uma chácara em Biritiba-Mirim, cidade a 84 km da capital.
O vendedor de caldo de cana Jorge Shingi Miyashiro, 60, também herdou de sua família a arte de vender em feiras livres. Teve pais, tios, irmãos e primos, todos envolvidos com o negócio. Começou a trabalhar há 48 anos em uma das barracas de frutas da família. Com o tempo, trocou as frutas pela cana. "O pessoal foi saindo, casando, e o trabalho ficou muito puxado. A rotina do caldo de cana é mais branda", diz ele, que trabalha com a mulher, Fátima Kiyomi Miyashiro, 51.  O casal vive no Tremembé e chega às feiras por volta das 6h30 da manhã. Normalmente, os vendedores de frutas, verduras e legumes iniciam o seu trabalho ainda pelas madrugadas, pois têm de buscar seus produtos em chácaras e sítios vizinhos à cidade ou nos mercadões centrais.
José Carlos Santana, de 51, seguiu o caminho contrário ao que segue grande parte dos feirantes da cidade. Até oito anos atrás, ele trabalhava em uma concessionária de carros. Resolveu deixar o seu trabalho para acompanhar os filhos que já atuavam em várias feiras livres da cidade como vendedores de legumes. "Hoje eu sou muito mais feliz porque o trabalho aqui é mais divertido. Passamos o dia brincando e conversando com os outros", diz o feirante.
Para o contador aposentado Edevar Soares da Silva, 86, o ambiente das feiras livres é fundamental para que ele continue frequentando esses espaços do bairro em que vive há 81 anos, o Limão. "Os feirantes são legais e têm uma relação de carinho com a gente. Eles nos dão muito mais atenção do que teríamos em um mercado", disse o aposentado enquanto o peixeiro Nelson Yuamoto, 51, tirava um a um os espinhos do salmão que ele levaria para casa.
Segundo Yuamoto, a relação é recíproca. "O cliente de feira é um amigo. Temos vários clientes como o seu Edevar, que compra na nossa mão há mais de 20 anos. No fim, acabamos conhecendo a família toda", afirmou o peixeiro.
Concorrência
Ainda que nesses 100 anos a clientela tenha diminuido frente à popularização e expansão dos super e hipermercados, as feiras parecem estar longe de seu fim. Têm um público cativo formado pelos que prezam pelo frescor dos alimentos e pelo preço justo. Estima-se que cerca de 3 milhões de pessoas frequentem, semanalmente, esses mercados a céu aberto e se abasteçam com produtos desse ramo de atividade. Hoje, além de consideradas os principais polos comerciais de frutas, legumes, verduras e pescados, as feiras são fontes geradoras de emprego. São responsáveis pelo emprego direto de 70 mil pessoas.
"Faço compra na feira há anos. Gosto delas porque são pertinho de casa e eu não dirijo, então para mim é muito mais prático. Isso sem falar na qualidade dos produtos", diz Ana Maria Rodrigues, 79 anos, aposentada que frequenta pelo menos três feiras na zona leste.
Para a artesã Andrea Fernantes, de 42, a visita à feira é um programa de família. Para ela, a atividade é importante para que os filhos, Gustavo, 7, e Manuela, 5, tenham uma boa alimentação.  "Eles são crianças saudáveis. Comem de tudo. Acho importante que vejam as frutas frescas e não tenham contato com a comida processada e pronta somente", disse Andréa, moradora do Limão.
Cidade Sustentável
A gestão municipal vem empreendendo esforços na modernização das feiras, tendo em vista a sua coexistência harmônica na estrutura urbana da metrópole. O Plano Diretor Estratégico, aprovado em julho desde ano, redefiniu, por exemplo, a demarcação da Zona Rural na cidade, que desde 2002 havia deixado de existir. São mais de 200 quilômetros quadrados nos distritos de Parelheiros, Grajaú e Marsilac, no extremo sul da capital.
A medida permitirá uma série de instrumentos que vão garantir formas de financiamento da produção na área, vocacionada para a agricultura familiar e orgânica. A cidade possui quatro feiras de produtos orgânicos e uma nova deverá ser inaugurada ainda nesta semana no Largo da Batata, em Pinheiros, zona oeste.
Em abril deste ano, a Secretaria do Trabalho lançou um edital de chamamento público aos produtores de agricultura familiar interessados em ocupar espaço público para comercialização de produtos orgânicos em feiras livres no município.
"A Prefeitura percebeu que existe uma grande oportunidade de incentivar a agricultura familiar e os produtores rurais, mas que também existe uma enorme oportunidade de venda desses produtos. Estamos dando demonstrações, sinalizações e ações de que São Paulo quer resgatar e fortalecer o papel das feiras livres e das feiras de orgânicos como um símbolo da cidade", afirmou o secretário municipal de Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo, Artur Henrique da Silva Santos. A pasta é responsável pela Supervisão de Abastecimento na cidade.
Além disso, a administração municipal mantém ainda um projeto piloto de compostagem de restos de frutas e verduras em uma feira em São Mateus, na zona leste. Os resíduos deixam de ser encaminhados para aterros sanitários e começam a virar adubo para o trabalho justamente dos pequenos produtores rurais. Há planos para que a iniciativa seja reproduzida nas mais de 800 feiras semanais do município.
Limpeza
Atualmente, centenas de profissionais de limpeza atuam diariamente a cada fim de feira. São eles os responsáveis por limpar a área e ensacar os resíduos deixados pelos feirantes. Em seguida, um caminhão coleta o lixo e outro, equipado com tanque irrigador, lava a área. Edilson Ferreira dos Santos, de 47, trabalha há 8 anos em uma equipe que atua na feira da Praça Charles Miller, no Pacaembu. "Vez ou outra temos problemas com uma ou outra barraca que não é desmontada a tempo, mas em geral, a dinâmica funciona bem", disse.



Charlink: "Cheat" da vida real


http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2014/08/25/aparelho-que-turbina-cerebro-com-choques-preocupa-medicos.htm

'Cheat' é uma gíria utilizada por gamers para designar códigos e truques especiais durante o jogo. Pelo fato destes geralmente resultarem em habilidades que beneficiam o jogador ou exibirem revelações do segredo do jogo, são por vezes considerados como trapaça. Assim, um cheater, usuário de cheats, pode ser considerado um trapaceiro.O termo cheat traduz-se para o língua portuguesa como trapaça, embora nem sempre um cheat seja trapaça, podendo algumas vezes ser requerido para que algum segredo do jogo seja exibido.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Autoprisioneiro

Segundinha





Memesa Redonda



Memesa Redonda


memesa-redonda-266

Viva a imparcialidade futebolística das PPA's

saudade-ganso-santos-spfc

pescaria-boa-spfc-santos-ganso-pato

corinthians-pede-pra-ser-excluido-do-brasileirao

Momento "Óóóuuunnn"





Inversão



O Temível RH




Anatomia de uma semana qualquer



Autoprisioneiro


Dilema


Você-apertaria-o-botão
Você-apertaria-o-botão

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Quando a emenda sai pior que o soneto...

Conceito Ilustrado: Quando a emenda sai pior que o soneto... 



A expressão “pior a emenda que o soneto” surgiu por causa do poeta português Manuel Maria Barbosa du Bocage. Ele era tão respeitado que, um belo dia, uma pessoa interessada em ser escritor procurou-o com um soneto. Pediu ao poeta que o lesse com carinho e anotasse os erros. Bocage concordou. No dia seguinte, encontraram-se para conversar. Para surpresa do poeta aprendiz, Bocage não havia anotado nada. Tinha achado o texto tão ruim que nem valia a pena corrigir, porque a emenda seria pior do que o soneto. Se o conselho fez com que o escritor desistisse da carreira, a história não registra. Mas a frase se tornou uma espécie de ditado popular. Se alguma coisa que fazemos não sai exatamente como deveria, nem sempre dar um jeitinho resolve. A emenda pode sair pior do que o soneto.


Criatividade Level + de 8000



PPA também é Reflexão...

Escravos do celular?

Eliana Rezende


O tema é interessante e talvez por isso esteja na terceira pessoa.
Em maior ou menor grau estamos atropelados e invadidos pelos  meios de comunicação. Diferente do que ocorreu com o telefone fixo quando de seu surgimento, havia um "manual de uso e recomendações" sobre horários e situações.

O ilustrador americano J. J. Sedelmaier, que tem uma coleção das mais belas peças criadas pelo designer industrial Henry Dreyfuss, durante o longo reinado da Western Electric, Bell Telephone Company e AT&T, divulgou recentemente uma pequena preciosidade.
Trata-se do Manual confeccionado em 1950 pela Bell que ensinava o bê-a-bá a quem se iniciava no uso do telefone em casa. Uma delícia de lembrança de tempos idos. Confira:
O ritual de receber ou fazer uma ligação merecia horário e até uma mesinha de canto especial para o digno aparelho. A ligação era sempre recebida sentado e confortavelmente acomodado em uma cadeira ou poltrona. Nada merecia a interrupção da mesma, exceto por problemas de comunicação. Era usual o recolhimento de uma sala e uma porta fechada.  Tinha-se cuidado em não ligar em horários como almoço, jantar e nunca ligávamos após determinado horário.

Creio que não seja o caso de falar de um saudosismo sem sentido.
Talvez devamos pensar o quanto nossos hábitos foram transformados com uso de celulares.
Se tomarmos o exemplo do manual aqui apresentado, notamos o quanto nos afastamos do sentido de uso para alguns fins. Os telefones celulares invadem espaços públicos e muitas vezes nos "invadem" tornando pública a vivência e intimidade alheia.

A pergunta que fica é: será que com a aposentadoria do telefone com fio, todo o conjunto de boas maneiras também foi aposentado?

Óbvio que não estou aqui a divagar sobre um saudosismo sem sentido. Mas vamos lá:

Hoje as pessoas não se separam dos mesmos e eu pessoalmente já vi aeromoças tendo que discutir com passageiros que insistem em falar ao telefone, mesmo após o fechamento da aeronave. Os aeroportos nesse sentido, são exemplos de pessoas que são exímias no seu exercício da falta de respeito cotidiano: em busca de fechar um último negócio, marcar a última reunião ou dar a última recomendação às pessoas. Simplesmente esquecem-se de que partilham um espaço público e como tal não diz respeito a quem está ao lado sua vida pessoal ou seus negócios.  As salas de embarque parecem espaços de autistas (com minhas desculpas aos autistas), pessoas ensimesmadas (será que assim que se escreve) e sem disposição alguma a relacionar-se com o que não está devidamente garantido por uma blindagem virtual.  De fato, novos tempos e nem por isso melhores!

Os sons dos celulares que são rádios conseguem ser ainda mais invasivos e causar mais desconforto, pois além de ouvirmos quem está deste lado, ainda somos obrigados a ouvir quem está do outro lado com voz distorcida e barulhenta. Há ainda os que "gritam" e gesticulam e fazem-nos saber de tudo o que lhe vai à mente.

Infelizmente, perdeu-se a polidez da vida vivida em público e as pessoas esquecem-se do que seja educação neste sentido.

Há os que teimam em usar seu telefone no cinema, teatro e que sacam seus telefones não apenas para telefonar, mas para filmar e fotografar o alheio (um espetáculo de desrespeito à arte e a quem quer que seja que esteja numa situação de apresentar-se).

E porque não falamos dos celulares que saem das pias de banheiros e lavatórios direto para mesas de bar e restaurantes?! Isso é de fato o fim!
Qual então seria o caminho?
Alguém tem palpites?

Em verdade, deveríamos nos tornar donos do objeto e não o seu contrário!
Costumo dizer que o celular é um rastreador e que serve mesmo como uma tornozeleira de prisioneiro. Mas diferentes de outras algemas, essas temos as chaves e podemos escolher pôr ou tirar a hora que desejamos. Em geral, todos somos "rastreados" com nosso consentimento e o que ocorre é muito mais uma compulsão pelo ausente e uma infinita vontade de ser notado ou lembrado. Inúmeras discussões estão sendo frequentes no sentido de apontar para o grau de insegurança que muitos têm em não serem lembrados por meio de mensagens ou telefonemas.

Vejo cada vez mais que seria fundamental repensarmos as etiquetas de convívio social. Interessante pensarmos que este mundo tão conectado e interligado gera fossos gigantes entre pessoas que às vezes partilham o mesmo quarto ou como no caso aqui: partilham a mesma mesa de bar. Cada um muitas vezes trouxe apenas o corpo e largou a alma e a concentração em outra parte.

Mundo interessante o nosso: conseguiu separar o que só na ficção e algumas religiões se via, ou seja, o corpo da alma!

Estamos assistindo uma profunda transformação social, cultural, de tecnologias e costumes. Só que estas não vieram acompanhadas de um sentido de autoconhecimento e refinamento pessoal (aqui entendido como o que é o nosso espaço e o que é o do outro). Esse equívoco comportamental tem levado muitos a viver este desconforto, em especial em relação aos que passam longe das regras mínimas de convívio.
Há um reforço no mundo contemporâneo por atitudes egocentradas. Onde as pessoas simplesmente não acham que erram, porquê consideram que o que fazem é seu direito.
Entramos de fato na situação clássica de estendermos ao outro o direito de controlar nossas ações. A partir do momento que estabelecemos essa relação entramos na situação de consentimento. Aí entram todas as formas de controle e cobrança.

Acho que conseguir manter a sanidade de hierarquizar prioridades, pessoas e lugares será o único caminho de continuarmos a ser donos de nós e de nossas ações. Se assim não fizermos, teremos outras pessoas e gadgets fazendo isso por nós.

Esta é a medida das coisas: entender que qualquer forma de tecnologia cumpre seu dever se ocupa o seu espaço devido em nossas vidas, sem escravizar-nos nem impor-nos comportamentos e ações.

A sociedade como um todo terá que aprender como dividir, ceder espaços e adequar posturas. O caminho parece longo, e em vários casos, as pessoas não parecem entender o quanto isto é importante para uma coexistência pacífica entre todos.
Meu celular tem horário de funcionamento e respeita o fim de semana... para o meu bem e de todos os que me cercam!
A ideia da intermediação por meios externos se estende a muitas de nossas formas de convívio e relação com o mundo de hoje. Encapsulamo-nos em diferentes formas que produzem uma relação indireta: é o caso dos carros, das redes sociais, dos gadgets em geral e claro está: do celular.

Estas vias externas retiram a sensação do olho no olho e colocam o indivíduo sempre às voltas com ele próprio e com o que considera seu universo de ação e direito. É só olharmos na rua e veremos a quantidade de pessoas com seus fones de ouvidos fechados cada um em seu mundo.

Este ainda é um bom caso. Pior são os que estendem seus desejos e os impõem aos outros: caso típico das conversas altas ao celular e as músicas tocadas em alto e bom som de seus carros (analisados pela psicologia como uma forma do indivíduo conceber o que seja o seu próprio corpo!).

Tomando-se por este olhar, não sei para onde vamos, mas sei que vamos mal!


Anos 70 Forever







A ignorância é a chave da felicidade






- 273ºC


Menção honrosa: Seo Borges, ex-motorista desta indústria vital, que em quaisquer condições climáticas, jamais foi visto usando algo que cobrisse dos cotovelos pra baixo.

O zero absoluto não pode ser atingido, porém é possível chegar a temperaturas muito próximas dele através do uso de refrigeradores criogênicos, e desmagnetização adiabática nuclear. O uso de resfriamento a laser já produziu temperaturas na ordem de bilhonésimos de Kelvin. Em temperaturas extremamente baixas, nas vizinhanças do zero absoluto, a matéria exibe muitas propriedades extraordinárias, incluindo asupercondutividade (quando a matéria não exibe resistência elétrica), a superfluidez (quando a viscosidade de um fluido é zero) e a Condensação de Bose-Einstein.


0,02 segundos




Este post teve um oferecimento de:




Ostentação!




Einstein


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