quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Mordidinhas de amor

Pracas



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Quino Eterno





Carlos Ruas








Deus


Vida de Cão

cão cachorro vestido pêlos afghan hound estilista moda


Mafalda





Você pode substituir o pão francês, por inhame, por 

exemplo...

As 8 reações mais sinceras dos famosos no programa da Bela Gil

Filha de Gilberto Gil, ela apresenta o programa de culinária saudável Bela Cozinhano GNT.

1. Quando a Bela Gil entrou num papo de detox com o Paulo Miklos.

Quando a Bela Gil entrou num papo de detox com o Paulo Miklos.
GNT / Via gnt.globo.com
As 8 reações mais sinceras dos famosos no programa da Bela Gil
GNT / Via gnt.globo.com

2. Quando a Bela Gil contou pro Arlindo Cruz que ia fazer uma pipoca no dendê.

As 8 reações mais sinceras dos famosos no programa da Bela Gil
“Eu sou de candomblé e sou de Xangô Ayrà, que é uma qualidade de Xangô que só usa branco, e tudo que é feito pra ele é no azeite doce, não no azeite de dendê. E pipoca já não é comida pra Xangô, pipoca é comida de Omolu, que tem uma certa distância”, explicou ele.

3. Quando a Bela Gil tentou convencer o Arlindo Cruz a trocar o arroz branco pelo arroz integral.

Quando a Bela Gil tentou convencer o Arlindo Cruz a trocar o arroz branco pelo arroz integral.

4. Quando a Bela Gil deu uma palestra sobre cúrcuma pra Maitê Proença.

Quando a Bela Gil deu uma palestra sobre cúrcuma pra Maitê Proença.
GNT / Via gnt.globo.com
As 8 reações mais sinceras dos famosos no programa da Bela Gil
GNT / Via gnt.globo.com

5. Quando a Fernanda Abreu provou um aperitivo de cogumelo com pesto.

As 8 reações mais sinceras dos famosos no programa da Bela Gil
GNT / Via gnt.globo.com

6. Quando a Paula Burlamaqui provou uma salada de agrião.

As 8 reações mais sinceras dos famosos no programa da Bela Gil
GNT / Via gnt.globo.com

7. Quando a Bela Gil ensinou a Carolina Dieckmann a tomar chá verde (sem açúcar) enquanto come um doce.

Quando a Bela Gil ensinou a Carolina Dieckmann a tomar chá verde (sem açúcar) enquanto come um doce.

8. Quando a Bela Gil serviu um doce de goiaba pra Carolina Dieckmann, que odeia goiaba.

Quando a Bela Gil serviu um doce de goiaba pra Carolina Dieckmann, que odeia goiaba.
Rafael Capanema é redator do BuzzFeed, em Madrid.



Como eu me sinto quando...

…mordi um Lacta5Star e #acheiquepodia entrar naquela calça apertada.




…é dia do ‘De Volta Para o Futuro’.



…sempre que eu acho que tô seguindo em frente na minha vida.



…baixo alguma coisa e não sei onde ela foi salva no meu computador.

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…saio de casa de manhã e já tá um forno.



…escuto algum barulho quando tá um silêncio absoluto.

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…tenho que sair de algum lugar com ar condicionado.



…não tô com paciência pra defender o meu ponto de vista pra alguém.

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…tento cozinhar qualquer coisa.

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…eu levanto a mão pra responder uma pergunta do professor mas alguém grita a resposta.


…percebo que tá na hora de ir embora e ainda não terminei uma coisa no trabalho.

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…depois de lavar pela primeira vez aquela roupa que eu paguei 20 reais.


…alguém me liga ao invés de mandar mensagem.


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Anos 80: Infância Vida Loka


Anos 80: Infância Vida Loka
0:00Reprodução/Google
1 - Nem crianças nem adultos costumavam usar cinto de segurança quando andavam de carro. O equipamento só se tornou obrigatório em todas as vias públicas com o Código Brasileiro de Trânsito, aprovado em 1997 e que entrou em vigor em 1998.

2 - Era normal crianças sentarem no banco da frente dos automóveis. Foi também com o Código que se determinou que elas deveriam andar no banco de trás até os dez anos. Em 2010, nova regra: até os sete anos e meio, deveriam se acomodar em cadeirinhas próprias. Segundo estudos americanos, com o uso adequado do dispositivo, a chance de sobrevivência em caso de acidente é de 71%.

3 - Muitos pais retiravam a tampa do porta-malas para possibilitar que as crianças viajassem nessa área do carro, o famoso "chiqueirinho". Era uma maneira também de acomodar mais passageiros. Atualmente, se alguém cometer essa imprudência e for flagrado, é multado em R$ 191,54 e ganha sete pontos na carteira de habilitação.

4- Cigarinhos de chocolate eram comercializados pela empresa Pan, formato impensável para uma guloseima hoje em dia.
5 - Propagandas de bebida alcoólica eram exibidas na televisão e veiculadas pelas emissoras de rádio a qualquer hora do dia. Desde 1996, por lei, esse tipo de publicidade somente pode ser veiculada entre 21h e 6h.

6 - Propagandas podiam fazer apelos imperativos ao consumo infantil. "Compre Batom" e "Não esqueça a minha Caloi" teriam tudo para serem barrados pelo Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária).

7 - Janelas e sacadas de sobrados e apartamentos raramente tinham telas de proteção. As estratégias eram outras, como portas trancadas e barricadas com móveis para impedir o acesso à área.
Arquivo Pessoal
8 - Crianças podiam ir a bares, padarias e outros estabelecimentos comprar cigarro a pedido dos pais ou de outros adultos. Desde 1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente proíbe vender ou entregar a menores produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica.
9 - Brinquedos não passavam por certificação para verificar se eram seguros. Muitos continham peças pequenas que podiam ser engolidas por bebês, por exemplo. Só em 1988, o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) tornou compulsória a certificação de brinquedos fabricados ou comercializados no Brasil.

10 - Quem foi criança nos anos 1980, com certeza, ou engasgou com uma bala Soft ou foi proibido pela mãe de consumir a guloseima, justamente pela fama que ela tinha de provocar asfixia devido ao seu formato. O doce --produzido pela empresa Q-Refres-ko e que não existe mais-- ficou conhecido como "bala da morte".
11 - Era comum dar para as crianças mais seletivas na hora de comer tônicos e fortificantes para estimular o apetite e o crescimento. Nos 1980, o Biotônico Fontoura --produto dessa categoria-- era um hit nos lares brasileiros. Sua fórmula original continha 19,5% de etanol (álcool etílico). Em 2001, uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu o etanol na composição de fortificantes.
Fontes:  Gabriela Guida de Freitas, coordenadora nacional da ONG Criança Segura, e Isabella Henriques, diretora do Instituto Alana --ONG que tem como objetivo a proteção da infância-- e coordenadora do projeto Criança e Consumo

Corredores Pira!


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