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segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

A grande dúvida do ser humano

O Não você já tem


  Gramatical

 




Virús Caóticos




Orbitar entre ambos



Iti Malia




Trem Bão




Senão, o rim faz pedrinha



Brasil, 2022



Missão Quase Impossível




Todo ano a mesma coisa





Quando a ficha cair




terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Como eu me sinto quando…vejo o crush na balada: A) Meia- Noite B) 3 da Manhã


Não manja dos Paranauês!



Cara, isso é sério. São fotos reais, que foram realmente entregues à família. Imagina você receber as fotos e olhar apenas personagens de Nintendo 64 em um esquema de cores bizarro…
Pelo menos os cachorros não precisaram de retoques, senão ia parecer uns pokemóns amarrados nas coleiras…


Dona Cecília foi visionária...

http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2012/08/mulher-estragou-pintura-na-espanha-diz-que-nao-agiu-escondida.html


Humanos sempre idiotas



Dona Anésia



Festa Estranha...






Textículo

Sair da ‘zona de conforto’ e outras bobagens do mundo corporativo

Empresas usam técnicas psicológicas para obter adesão mais íntima e emocional de funcionários

Funcionário da empresa australiana Xero
Funcionário da empresa australiana Xero  THE NEW YORK TIMES
Adrián era amarelo: ao ser contratado por uma pequena empresa de marketing digital, aplicaram-lhe um teste de personalidade. Vermelhos são os líderes; amarelos, os criativos; verdes, os criadores de um clima bom; e azuis, os dóceis. Ao chegar ao trabalho, todas as manhãs, ele tinha de escolher um emoticon que expressasse o seu estado de ânimo do momento, assim como ao sair, depois da jornada de trabalho (embora ele nem sempre fosse sincero e costumasse abrandar suas emoções, para não transmitir uma impressão ruim aos seus superiores). Em certos dias havia aulas de yoga, em outros mindfulness ou dinâmicas para ele se abrir com os demais e vencer a timidez; em alguns finais de semana, práticas de team building.

MAIS INFORMAÇÕES

Adrian era guiado por um mentor, que definiu o seu número dentro da teoria psicológica do eneagrama da personalidade. Era o três. E todas essas informações eram compartilhadas com a direção da empresa. “Tudo tinha um ar de pensamento positivo, de modernidade tipo Vale do Silício”, lembra Adrián, que prefere não revelar sua identidade, “mas eu tinha a sensação de que estavam invadindo a minha intimidade, de que manipulavam a minha mente. Eu preferia fazer os meus trabalhos de caráter psicológico por conta própria”. Por razões como essas, Adrián acabou deixando o emprego.
Práticas e discursos desse tipo (embora nem sempre com a mesma intensidade descrita nesse caso) proliferam cada vez mais nas empresas, em especial no setor da chamada nova economia: consultoria, marketing, tecnologia etc. E vem, sobretudo, do mundo anglo-saxão e nórdico, onde são mais comuns. Elas são justificadas como algo que faz bem à empresa e ao funcionário, como uma forma de inovação e aproximação, formas mais humanas, mais friendlies. Para muitas pessoas, porém, elas são vistas como invasivas, assemelhando-se, mais, a um método de controle.
“Essas culturas empresariais novas buscam obter do trabalhador um compromisso diferente daquele que se pedia tradicionalmente”, explica Carlos Jesús Fernández, professor do Departamento de Sociologia da Universidade Autônoma de Madrid (UAM). “Antes era preciso saber fazer um trabalho e desempenhar uma função durante oito horas por dia. Agora se procuram características pessoais, competências ligadas à personalidade”. Daí as palestras motivacionais que estimulam palavras mágicas como liderança, empreendimento, risco ou o mantra tão difundido do “é preciso sair da zona de conforto”. Daí, também, a proliferação de livros de autoajuda ligados ao mundo corporativo. O problema, segundo Fernández, é que “existe um vazio de regulamentação no controle dessas práticas”, o que faz com que elas, muitas vezes, cheguem longe demais.
“Discursos sobre inovação aumentam, mas se trabalha cada vez mais, com mais disciplina e com um consumo cada vez maior de calmantes”, comenta especialista
“O que essas técnicas visam é, principalmente, que os funcionários se identifiquem com a empresa”, afirma Óscar Pérez Zapata, professor de Organização de Empresas no ICADE e na Universidade Carlos III de Madri e diretor de pesquisas do think tankDubitare. “O que se pretende é criar uma cultura corporativa forte em que os elementos emocionais e íntimos, como os apelos à paixão, são cada vez mais importantes”, acrescenta. O que, a rigor, não é algo novo, pois há décadas que os trabalhadores se identificam com suas empresas, sobretudo no caso de companhias grandes e poderosas. Mas antes, cabe dizer, os contratos de trabalho eram de uma vida inteira.
Tudo é coberto por um verniz de sorrisos, desse pensamento positivo tão em voga e criticada por livros como Sorria ou Morra, de Barbara Ehrenreich, ou A Indústria da Felicidade, de William Davies. “Trata-se de uma mentalidade que se encaixa muito bem com o objetivo pretendido”, avalia Pérez Zapata. “O pensamento positivo elimina qualquer possibilidade de crítica e desloca a culpa e a dúvida para o indivíduo e não para a estrutura onde ele atua. Liga-se, assim, à concepção fantasiosa do eu empreendedor, da iniciativa pessoal do herói que tudo pode com a autogestão e que, no limite, é o único responsável pelos êxitos ou pelos fracassos”.
Esses problemas são analisados pelos chamados critical management studies(CMS), um conjunto de disciplinas surgidas nos anos noventa e que estudam o funcionamento das empresas de forma crítica a partir das obras de pensadores como Michel Foucault (sobretudo seus estudos sobre a sociedade disciplinadora), a teoria crítica da Escola de Frankfurt ou a teoria do processo de trabalho, entre outras fontes teóricas. Elas foram criadas por professores de escolas de negócios e faculdades de administração de empresas, como Mats Alvesson ou Hugh Willmott, que propunham uma visão crítica e procuravam trazer à luz as relações de poder no seio das organizações empresariais. “Embora a palavra crítica pareça muito beligerante, pode se tratar de uma crítica construtiva para a empresa”, afirma Pérez Zapata. “No que se refere a essas técnicas, o veneno está na dosagem”.
O panorama descrito é típico da era pós-fordista, em que proliferam a ausência de proteção, a mobilidade e a flexibilidade no trabalho, a dissolução das classes sociais bem definidas e a atomização das relações trabalhistas. A conexão permanente via Internet, além disso, torna fluidos os limites dos horários e das jornadas de trabalho. Tudo que se refira ao trabalho se torna líquido também. “Rompem-se, dessa maneira, os limites e as regulamentações de quase tudo: onde se trabalha, quanto se trabalha, com quem, como etc, hoje em dia muito da responsabilidade recai sobre o trabalhador”, diz Pérez Zapata. “Normalmente há uma sobrecarga para o trabalhador, a quem se pede que ultrapasse seus limites e ao mesmo tempo saiba impô-los a si mesmo”.
“Há uma individualização e uma psicologização crescentes”, observa Luis Enrique Alonso, catedrático de Sociologia da UAM e coordenador do grupo de pesquisas de Estudos sobre trabalho e cidadania. “O que se busca é uma adesão psicológica integral e que não exista nada intermediário entre o funcionário e a empresa, que não exista nenhum tipo de ação ou identidade coletiva”, afirma. Esse ar de criatividade individualista e de modernidade hipster poderia ser visto como uma herança da contracultura dos anos sessenta assimilada pelo capitalismo contemporâneo: a rebeldia individualista antissistema transformada em ambição individualista empresarial, como observam Chiapello e Boltanski em O novo espírito do capitalismo. O pebolim no escritório. “O fato é que falar hoje em dia em organização e direitos coletivos soa como algo muito velho”, conclui o professor, “o que nos leva a uma espécie de darwinismo social estimulado pela precariedade existente. Mascara-se, assim, a disputa encarniçada pelos poucos postos disponíveis: salve-se quem puder”.
“Estamos agindo de forma ética nas empresas?”, questiona Fernández. “Os discursos sobre inovação aumentam, mas se trabalha cada vez mais, com mais disciplina e com um consumo cada vez maior de calmantes para suportar tudo isso”, conclui.

Como eu me sinto quando...

…meus amigos tão discutindo se a resposta do exercício era 40,5 ou 41,5 mas eu respondi 6.356.220,3.




…sou sempre o(a) último(a) a acordar.




…finalmente alguma coisa parece que vai dar certo na minha vida.





…naquele momento que eu percebo que fiz besteira e não dá pra voltar atrás.





…vejo o crush na balada.




quarta-feira, 29 de novembro de 2017

terça-feira, 27 de junho de 2017

Como ser uma pessoa sussa

Textículo 




Como ser uma pessoa sussa



Deus Troll



Momento "Óóóuunnn"
 


Vai que...

Um argentino, um sueco e um nigeriano aguardavam ansiosamente na maternidade o nascimento de seus filhos. Eis que surge a enfermeira e diz:
- Senhores, houve uma tremenda confusão. Os bebês foram trocados e não sabemos mais quem é quem. Só que temos 2 brancos e um negro.
- Não tem problema, sugeriu o Nigeriano. Cada um escolhe um bebê e vamos fazer um sorteio para determinar a ordem da escolha.
Feito o sorteio, a primeira escolha coube ao sueco.
Ele entrou no berçário, olhou para os bebês e saiu com o negro no colo.
- Ma bwana!!!!, reclamou o Nigeriano. Você pegou o negro. Este obviamente é o meu bebê. Eu sou negro, minha esposa é negra. Me dê este bebê, volta lá e escolha um dos brancos. E o sueco, já indo embora:
- Tá maluco? E se eu pego o argentino? 


Momento "Óóóuuunn" Mô Deusi!


 

Charlie Brown


Mafalda
 
 
Acordando pra vida


O "Não" você já tem
 

terça-feira, 2 de maio de 2017

Especial Dona Anésia

Memes Pops: Aí Misericóridia! 

https://youtu.be/0VtOSgxvFNY

(Em anexo pra vc que não tem Você Tubo)

Cães e Gatos by Carlos Ruas





Textículo


O assédio sexual na Playboy, a revista que veste mulheres de coelhinhas para “empoderá-las”. Por Nathalí Macedo

 
“Parece que tá na moda esse negócio de assédio”, disse o estranho de óculos e camisa florida que sentava atrás de mim no ônibus.
“Esse negócio de assédio”, pensei, sempre esteve na moda. Pergunte pra a sua avó. Pergunte a qualquer mulher da sua família. Esse negócio de assédio sempre foi autorizado aos homens, especialmente a determinados homens, e em todos os lugares do mundo.
“Esse negócio de assédio” contra as mulheres pretas, então, acontece desde  a senzala, desde quando o Brasil nem era Brasil.
O que está na moda – na verdade, a única moda que incomoda as pessoas conservadoras e não empáticas, nesse caso – é denunciar. As pessoas não querem ser confrontadas com uma realidade que teoricamente não lhes afeta.
Não querem que a gente quebre o silêncio porque não podem lidar com nosso barulho. Não querem os mal-intencionados que as mulheres denunciem, na verdade, porque a continuidade da naturalização do assédio é conveniente para a maioria dos homens.
Para esses homens, é justo dizer, não são tempos confortáveis.
Em todos os nichos, em todos os níveis e em todos os lugares, mulheres têm denunciado assédios. No cinema, Bertollucci foi rechaçado pelo abuso contra Maria Schneider em um estupro filmado em uma das cenas de “O último tango em Paris.”  Na televisão aberta – que ainda deve ser relevante para alguém em algum lugar distante – José Mayer foi denunciado por um set de gravação inteiro depois de assediar uma figurinista. Na música, a gravadora Sony Music dispensou o produtor Dr. Locke depois de várias denúncias de assédio de cantoras pop, como Kesha, Kelly Clarkson e Katy Parry.
Agora, um grupo de modelos acusa os donos da editora PBB Entertainment, responsável pela publicação da revista Playboy no Brasil, de assédio sexual. E sai no Fantástico – que ainda deve ser relevante para alguém em algum lugar distante.
André Sanseverino foi acusado de propor sexo às vítimas em troca de trabalhos como modelo. Fora o fato de que todas que recusaram a proposta foram dispensadas, como acreditar que uma revista que veste suas modelos de coelhinhas sensuais durante seus eventos “repudia toda forma de desrespeito contra a mulher”, como declarou a PBB Entertainment?
A nota em questão dizia ainda que “ao longo de sua história, vem coadjuvando em defesa e em busca da liberdade e empoderamento das mulheres, não somente no Brasil, mas em todo o mundo”.
É pra rir. E ao mesmo tempo é cansativo porque é o mesmo modus operandi de sempre: as vítimas acusam, o assediador nega, a empresa que responde por ele tira o corpo fora. Absolutamente nada novo sob o sol, a não ser o fato de a famigerada reportagem da semana do Fantástico ter sido sobre uma denúncia de assédio, porque denúncias de assédio dão audiência.
Pois é, o dia chegou.
“Tá na moda”, eles dirão, e eu sou empática a ponto de compreender a tensão de alguns desses homens incomodados com a onda de denúncias: “Se até José Mayer está rodando, o que será de nós, assediadores mortais?”
Pois é. Serão tempos cada vez mais difíceis para vocês, assediadores, violentadores, machistas e misóginos.
Para as mulheres, felizmente, tá na moda reagir.



Nathali Macedo
Colunista, autora do livro "As Mulheres que Possuo", feminista, poetisa, aspirante a advogada e editora do portal Ingênua. Canta blues nas horas vagas.

Armandinho



“Tirinha original:
”

“Tirinha original:
”


 Dona Anésia





Especial Dona Anésia  





Demorei pra entender...



Vida de Cão



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