terça-feira, 10 de junho de 2014

Ninguém tem paciência comigo!

Tchu ru ru ruuuu...


Estima-se que os cadeados representem um peso adicional à ponte de cerca de 93 toneladas.
JACQUES DEMARTHON/AFP2 / 3   
A insegurança e degradação há muito que eram visíveis na Pont des Arts (Ponte das Artes), ponto de paragem obrigatória em Paris para os que estão apaixonados e selam o seu amor com um cadeado. Este domingo, duas das barreiras laterais da ponte sobre o Sena não aguentaram o peso de milhares de cadeados e caíram. A estrutura foi encerrada e só reabriu na tarde desta segunda-feira.
Construída em 1804 durante o regime de Napoleão, perto do agora Louvre, a ponte tem cerca de 700 mil cadeados presos, com um peso estimado de 93 toneladas. A tradição desde 2008 de colocar cadeados na estrutura e depois lançar a chave ao Sena tem tido adeptos de todo o mundo, mas também fortes críticas de movimentos que condenam a iniciativa.
Este domingo, duas das barreiras laterais da ponte, com 2,4 metros de comprimento no total, cederam e caíram sobre o tabuleiro, devido ao excesso de peso de milhares de cadeados. Não houve registo de feridos, segundo a polícia parisiense.
A ponte foi evacuada e fechada por motivos de segurança. A parte que cedeu foi entretanto substituída por um painel de madeira e a ponte reaberta esta segunda-feira.
A Pont des Arts tem sido alvo de polémica. A tradição não é bem recebida por alguns parisienses e mesmo por cidadãos estrageiros a viver na capital francesa. As autoridades já pediram que se substitua os cadeados de metal por “cadeados virtuais”, a que os apaixonados podem aceder sempre que quiserem mas sem colocar em causa a segurança do monumento.
Lisa Anselmo e Lisa Taylor Huff, duas americanas a viver em França, decretaram, por sua vez, guerra à tradição, que consideram “vandalismo”, e lançaram um abaixo-assinado dirigido à Câmara Municipal de Paris para acabar com os famosos cadeados em todas as pontes e monumentos da cidade.
Na campanha eleitoral para as autárquicas em Paris, a nova presidente camarária socialista Anne Hidalgo anunciou “alternativas artísticas, solidárias e ecológicas” para os cadeados do amor. Depois da Pont des Arts, as autoridades francesas já encontraram cadeados noutros monumentos da cidade, incluindo outras pontes, como a Ponte do Arcebispo ou a de Léopold-Sedar-Senghor, e na própria Torre Eiffel.
“Desde que Anne Hidalgo me pediu para me ocupar do problema, fomos alvo de sarcasmos”, contou à AFP Bruno Julliard, vereador da Cultura de Paris. “Este último acontecimento vem reforçar a nossa convicção de que é verdadeiramente necessário encontrar uma alternativa”.

Finanças Espirituais



Que Puxa!




Entendedores, entenderão...

(não é o meu caso...)



Guerra dos Sexos



Ninguém tem paciência comigo!


Chatolino


Calvin


Entendedores, entenderão...



segunda-feira, 9 de junho de 2014

Jogo de Botão


Só no Mundo Disney...




BA DUNTSSSSSS!



Jogo de Botão



La Boca


Teoria da Relatividade




Culturais




Dona Anésia






Afagos 


Fique esperto na hora de acariciar um bichinho fofinho:

Chances



É mais provável que Honduras ganhe o Mundial do que acertarmos os 6 números da Mega Sena?

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Camuflagem Level Asia

Nérdica




Quem Nunca???




TOC



Aristogato



Chá de sumiço



Era Facebookeana




Deus





Ironia



Situações que provam que o universo te odeia!

odeia (2)

odeia (1)
odeia (3)
odeia (4)
odeia (5)
odeia (6)
odeia (7)
odeia (8)
odeia (9)

 Camuflagem Level Asia


quinta-feira, 5 de junho de 2014

Gambiarras Descoladissímas

Que fim levou Luisa Marilac (e seus "bons drink")


Sucesso com 'bons drinque' na web, Luisa Marilac trabalha agora em hotel

'Já estive na pior. Agora o céu é o limite', diz a travesti, que acaba de ser promovida de camareira a encarregada de serviços gerais.

Carol Marquesdo EGO, no Rio
Luisa Marilac agora é camareira (Foto: Reprodução do Instagram)Luisa Marilac agora é camareira de um hotel só para
homens em São Paulo e foi promovida
(Foto: Reprodução do Instagram)
Luisa Marilac apareceu para o mundo curtindo uma piscininha e "uns bons drinque". Era 2010 e rapidamente o vídeo postado por amigos dela na internet tornou-se um viral, e a frase "Ainda teve boatos de que eu estava na pior" virou meme e até fala de personagem em novela. Luisa deixou a Espanha, onde morava, e frequentou vários programas de TV. Chegou a ser apresentadora do VMB, da MTV, em 2011, e seu futuro parecia próspero e glamouroso. Parecia...
Passados três anos da fama instantânea, Luisa trabalhava até uma semana atrás como camareira de um hotel em São Paulo. Agora, ela foi promovida a encarregada de serviços gerais. Ou seja, ela coordena toda a parte de limpeza do Chilli Pepers Hotel, um local exclusivo para homens na capital paulista. "Quando meu chefe me chamou, fiquei assustada, com medo do que ele iria falar. A gente sempre pensa o pior, né? Mas foi uma surpresa ouvir dele que eu estava sendo promovida", conta Marilac, que se orgulha do serviço prestado: "Em um dia, arrumei 118 camas!".
É claro que a pista me dava mais dinheiro. Só que deitar a cabeça no travesseiro sem o arrependimento e sabendo que no dia seguinte terei um emprego para o qual ir, não tem preço"
Luisa Marilac
A experiência necessária para o cargo Luisa realmente não tinha comprovada na carteira profissional. Os muitos anos em que morou na Europa, no entanto, deram a ela certo traquejo e conhecimento. "Estou aprendendo muitas coisas, mas ensinando também. Nunca imaginei que teria capacidade para coordenar funcionários. Tenho nove sob minha supervisão e carta branca para demitir ou contratar", orgulha-se ela, que chegou a gravar um vídeo em abril deste ano incentivando outros travestis a tentar uma vaga no mercado formal.
Luisa Marilac agora é camareira (Foto: Reprodução do Instagram)Luisaaproveita o intervalo no trabalho para ler
(Foto: Reprodução do Instagram)
Luisa conseguiu o emprego há quatro meses através de uma agência que posiciona travestis e transexuais no mercado de trabalho. Antes, porém, ela amargou um período bem dramático. Em 2013, Luisa - ou Ema Marilac como é conhecida nas redes sociais - estava desempregada, morando em um cortiço em Guarulhos, na Grande São Paulo, sem dinheiro, sem telefone, sem cartão de banco e sem bons drinques. Marilac estava na pior. "Foi um período horrível, tive que voltar a me prostituir para conseguir sobreviver. Entendi que a televisão é uma ilusão. Me prometeram muitas coisas, mas quando a fama passou, me esqueceram", conta ela, que não se arrepende nem um minuto de ter largado a "pista" como se refere às ruas nas quais comercializava o próprio corpo. "É claro que a pista me dava mais dinheiro. Só que deitar a cabeça no travesseiro sem o arrependimento e sabendo que no dia seguinte terei um emprego para o qual ir não tem preço. Tenho vale transporte, cesta básica, carteira assinada, plano de saúde. Onde teria isso na pista?", avalia ela, que viu seu salário inicial de camareira, de cerca de R$ 1,3 mil, quase triplicar.
Luisa Marilac agora é camareira (Foto: Reprodução do Instagram)Marilac almoça com os colegas de trabalho: ela
conseguiu o emprego através de uma agência que
emprega travestis e transexuais em São Paulo
(Foto: Reprodução do Instagram)



Vida de Cão



Gambiarras Descoladissímas


http://revistagalileu.globo.com/Life-Hacks/noticia/2014/06/9-truques-para-organizar-sua-mesa-no-trabalho.html


Probido para Maiores: As melhores piadas para crianças


Um Homem caiu de uma rocha. Qual é o nome dele?

R: Caio Rolando da Rocha


Porque o computador foi preso?

R: Porque ele executou um programa.


Bela tentativa...



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